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terça-feira, 29 de novembro de 2011
#Promoção de Natal

Estamos nos aproximando de uma grande data. Você sabe qual é? Sem dúvidas, de outro modo, não estaria preparando sua casa com enfeites, pinheiros, piscas etc. Estes são sinais visíveis de preparação, e mostram a grande importância do Natal. Tempo que exige de nós preparação prévia, pois iremos receber entre nós o Salvador, Emanuel, Deus Conosco!
A preparação para o Natal é marcada pela esperança, tão própria daquele que se coloca em espera. O sinal maior de esperança é a persistência, aquele tão conhecido lema: O brasileiro não desiste nunca, muito mais nós, Cristão, que aguardarmos vigilantes, como dizíamos na liturgia da primeira Semana do Advento: Ficai Vigilantes. (Mt 24, 42).
Para isto, a #Equipe do Catecismo Jovem, preparou para os nossos leitores, amigos, irmãos e companheiros uma #Promoção de Natal. Mas, espera aí, como assim? Isto mesmo! Nós preparamos um presente, mas como não podemos dar um para cada um , pois temos aproximadamente 3.200 seguidores e amigos.
Iremos ter que realizar um modo, pelo qual, possamos escolher um dos nossos amigos. Este modo consistirá em fazer uma mensagem de Natal como comentário deste post e a melhor mensagem, escolhida pela #Equipe do Catecismo Jovem, ganhará como prêmio um #YouCat.
Está #Promoção começa com a publicação deste post e termina no dia 20 de Dezembro.
Boa Sorte!
#DoeSangue
Existem três virtudes teologais, que são a fé, a esperança e a caridade. Chamam-se “teologais” porque têm o seu fundamento em Deus, referem-se imediatamente a Deus e são para nós o caminho pelo qual atingimos Deus diretamente. [305]
Essas virtudes são forças autênticas, concedidas sem dúvida por Deus, que o ser humano pode desenvolver e aperfeiçoar, com a graça de Deus, para obter «Vida em abundância» (Jo 10,10). [306]
Existem inúmeras ações através das quais podemos demonstrar e aperfeiçoar essas virtudes, entre elas a ação de doar sangue. Doar Sangue é um ato de amor ao próximo e a vida, que engloba essas três virtudes. Temos a necessidade de conscientizar o significado de tal gesto, qual sua importância e quais são os resultados.
A doação de sangue é um ato voluntário em que se permite a retirada do seu próprio sangue para beneficiar pessoas que necessitam receber sangue por qualquer motivo. A carência deste gesto pode resultar em morte.
O sangue tem um valor inestimável, e apenas um ser humano pode doar para o outro, não existe substituto para ele. A doação de sangue, além de um gesto de solidariedade é uma demonstração de evolução espiritual.
Não espere que alguém próximo a você precise de sua doação, faça-o sem interesse, pode ser que um dia seja você o necessitado. Todos nós podemos precisar de uma transfusão de sangue, pode ocorrer em qualquer família, a qualquer momento.
DOE PARA RECEBER, MAS NÃO APENAS PARA RECEBER.
Pratique este ato de fé e caridade!
“Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade.1cor 13,13”
Dayane de Melo
#Colaboradora @CatecismoJovem
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
#Advento
No próximo domingo, dia 27 de novembro começamos a vivenciar o tempo litúrgico do advento, que é tempo de esperança, confiança e conversão. É o tempo que aponta para as três vindas de Cristo: a do passado, sua vinda histórica; – a do presente: Cristo atuante no povo que celebra a eucaristia e pratica a caridade; – a do futuro: Cristo aparecendo em sua glória. É o mesmo acontecimento: ontem histórico e visível; hoje sacramento e realidade oculta; amanhã manifestação gloriosa.
O advento nos chama a levantar a cabeça, a olhar para o horizonte, enxugar as lágrimas e a viver a novidade que virá, e que nos convida a partilhar o pão e o coração, a superar o ódio e a vingança, a não querer destruir o difícil e o diferente, o louco, o pobre e o importuno. A vinda de Cristo vem no inesperado, no empobrecido e no evitado, em quem Deus faz sua morada.
Para que a vinda de Cristo não nos surpreenda, a exemplo do que aconteceu com as jovens imprudentes da parábola de Jesus (Mt 25,1-13) precisamos colocar azeite em nossas lâmpadas. Esperar com alegria e discernimento, vigilância e cuidado, lendo os sinais dos tempos, percebendo os vestígios de esperança que tornam a vida mais humana. Revestir-nos da atitude de espera e não de entorpecimento; espera criativa e amorosa, que aplaina os caminhos, superando a injustiça, a impostura e a corrupção que fabricam o desalento e deixam o povo sem perspectiva.
O Advento nos convida à conversão e a mudar a nossa maneira de pensar, agir e sentir, preparando-nos para celebrar o Natal com coerência, acolhendo o Deus feito homem, a luz que veio a esse mundo e que muitos não quiseram receber. Precisamos colocar-nos a caminho em ação, pois Cristo virá somente para aqueles que lhe prepararam um tempo e um lugar em suas casas, na comunidade e na sociedade.
Os caminhos de conversão que temos a apontar para o período do Advento são os grupos de oração, as celebrações da palavra, da penitência e da eucaristia, os gestos de partilha com os mais necessitados e a generosidade com a coleta da evangelização. Não deixemos que os enfeites sem conteúdo, e que só levam ao consumo, nos levem a ignorar os marginalizados da sociedade, que foram os primeiros a quem foi anunciada a boa notícia da entrada de Jesus na história da humanidade.
A todos desejo um tempo de Advento de muita graça e bênção. Que os caminhos e as ações que vamos trilhar e realizar nos levem verdadeiramente ao Natal do Senhor.
Quem se prepara bem celebra bem. Abençoado Advento a todos!
Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul - RS
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
#Jovem e a Cruz
A Igreja Católica prepara-se para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em julho de 2013 no Rio de Janeiro. Para isso, volta cada vez mais sua atenção para os jovens, em sintonia com toda a sociedade, consciente do quanto é importante entender bem a juventude e comprometer-se com o seu presente e futuro.
A opção preferencial da Igreja pelos jovens tem raízes na 3ª Conferência dos Bispos da América Latina, no ano de 1979, em Puebla, México. Um exemplo da especial atenção da Igreja é a utilização da sua consolidada experiência na promoção da Campanha da Fraternidade, durante a quaresma de cada ano: em 2013, vamos retomar o tema fraternidade e juventude.
Mais que oportuno, é urgente a priorização da juventude nas agendas das Igrejas, dos governos e de todos os segmentos da sociedade. Os jovens e adolescentes ainda constituem uma grande maioria de nossa população. É um enorme potencial para o presente e o futuro da Igreja e dos povos. Os jovens são chamados a ser ‘sentinelas do amanhã’, como disse o Bem Aventurado João Paulo II, por ocasião de uma das edições da Jornada Mundial da Juventude.
Esta consideração patenteia o grau de responsabilidade que todos temos junto aos jovens. Intensifica-se a responsabilidade e crescem as exigências quando se considera a tarefa do enfrentamento das sequelas da pobreza gerando sua exclusão, afetados, em larga escala, por uma educação de baixa qualidade, com horizontes de vida estreitados pelos reducionismos e outros descompassos da sociedade contemporânea. Preocupante é o problema das drogas, criando dependências, dizimando vidas, impedindo o desabrochar da juventude sob o impulso inspirador de valores e princípios ancorados no amor, na justiça e na solidariedade.
A Jornada Mundial da Juventude é, pois, um percurso que convoca e põe a Igreja em estado de missão entre os jovens, proporcionando-lhes a centralidade do encontro com Jesus Cristo, o maior bem da vida, e trabalhando, no que diz respeito à mancha de óleo que é a dependência química, na prevenção, acompanhamento e apoio a políticas governamentais para reprimir essa pandemia.
A prevenção se faz com processos educativos, com incidência para introduzir as novas gerações no âmbito do valor da vida e do amor, despertando a consciência da própria dignidade de filhos de Deus. O Documento de Aparecida, nº 424, reza que a “Igreja deve promover luta frontal contra o consumo e tráfico de drogas, insistindo no valor da ação preventiva e reeducativa, assim como apoiando os governos e entidades civis que trabalham neste sentido, exortando o Estado em sua responsabilidade de combater o narcotráfico e prevenir o uso de todo tipo de droga”.
A Jornada Mundial da Juventude no Brasil, já em curso com a peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, é experiência de espiritualidade, reconhecendo a religiosidade como fator de proteção e recuperação importante para o usuário de drogas. Também é um evento de grandes proporções para mobilizar a juventude em torno de temas, preocupações e questões decisivas para a vivência da vida como dom. Os jovens, portanto, merecem e requerem um caminho percorrido com eles em busca dessas conquistas e na consolidação de uma vida vivida no amor e na justiça.
A preparação e vivência da Jornada Mundial da Juventude começou em setembro, lá em São Paulo, e chegou neste mês em Minas Gerais. Seguindo pelo Brasil afora, até julho de 2013, no Rio de Janeiro. A referência central é a Cruz Peregrina - a Cruz de Cristo Rei. É a cruz que a Arquidiocese de Belo Horizonte, neste sábado, 19 de novembro, ilumina no terreno da futura Catedral Cristo Rei, com a benção de sua pedra fundamental. É a cruz que de patíbulo de suplício condenatório, por nela ter morrido Cristo o Salvador do mundo, se torna o trono de um Rei Servidor que dá sua vida para que todos tenham vida.
O símbolo da cruz, para todos os que a contemplarem, é lição estampada ao ar livre, publicamente, chamando todos à aprendizagem e vivência dessa lição mais importante da vida: servir. A cruz é o altar da Eucaristia, memória da oferta que Cristo faz de seu corpo e sangue, a salvação da humanidade. É o poder e a sabedoria de Deus, sua manifestação eminente e garantia de como tornar operante a ressurreição na vida terrena do cristão.
A cruz é uma espiritualidade que orienta a fixar o olhar n’Ele, Cristo, mestre e senhor da vida. A Cruz de Cristo Rei da futura Catedral é sinal da centralidade de Cristo, Rei porque servidor e redentor. É um monumento a esta profissão de fé, com a tarefa de ser lugar do encontro com Ele e do compromisso com a vida plena para todos. Esta é hora de profunda comunhão e generosidade, de entendimento clarividente para que se construa a Catedral e seja fecundada nossa opção preferencial pelos jovens.
Dom Walmor de oliveira Azevedo
Arcebispo de Belo horizonte
terça-feira, 15 de novembro de 2011
#Bem-Aventuranças
2º Bem aventurados os humildes, porque possuirão a terra.
3º Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
4º Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
5º Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
6º Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
7º Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
8º Bem aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
9º Bem aventurados sereis quando, por Minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós! Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa.
Quem anseia pelo Reino de Deus olha para a lista das prioridades de Jesus: as bem aventuranças.
Deus fez promessas ao Seu Povo desde Abraão. Jesus retoma-as, dilata ao Céu a sua validade e faz delas o Seu próprio programa de vida: o filho de Deus torna-Se pobre, para tomar parte na nossa pobreza; Ele alegra-Se com os alegres e chora com os que choram (Rm 12, 15); não recorre à violência, mas dá a outra face (Mt 5, 39); teve misericórdia, promoveu a paz e mostrou assim o caminho seguro para o Céu.[283, 284]
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
#Jesus
Em Jesus, Deus tornou-Se verdadeiramente um de nós e, portanto, nosso irmão. Todavia, Ele não deixou de ser Deus nem nosso Senhor. O Concílio de Calcedônia ensinou, no ano de 451, que a divindade e a humanidade estão unidas – “não separadas nem misturadas” – na única pessoa de Jesus Cristo.
A Igreja precisou de muito tempo e esforço para conseguir expressar a relação entre a divindade e a humanidade de Jesus Cristo. Divindade e humanidade não são rivais, de modo a que Jesus só parcialmente fosse Deus e só parcialmente fosse homem; as dimensões divina e humana também não estão misturadas.
Deus, em Jesus, não tomou só aparentemente um corpo humano (docetismo); Ele tornou-Se realmente homem. Além disso, a pessoa divina e humana não corresponde a duas pessoas distintas (nestorianismo). Finalmente, a natureza humana não foi totalmente absorvida pela natureza divina (monofisitismo). Contra todos estes erros, a Igreja sustentou a fé de que Jesus Cristo é, conjuntamente, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. A famosa expressão “nem separadas, nem misturadas” (Concílio de Calcedônia) não procura explicar o que é superior à compreensão humana, mas determinar os pontos angulares da fé; ela aponta a direção em que pode ser procurado o mistério da pessoa de Jesus Cristo.[77]
domingo, 13 de novembro de 2011
#Comunhão dos Santos
Pertencem à “comunhão dos santos” todas as pessoas que colocaram a sua esperança em Cristo e Lhe pertencem pelo Batismo, tenham elas já morrido ou vivam ainda. Porque somos um “corpo” em Cristo, vivemos uma comunhão que abraça o Céu e a Terra.
A Igreja é maior e mais viva do que pensamos.
A ela pertencem conhecidos e desconhecidos, grandes santos e pessoas modestas, os vivos e os mortos, encontrem-se estes ainda em processo de purificação ou estejam já na glória de Deus. Podemos ajudar-nos mutualmente para além da morte. Podemos pedir ajuda aos santos que mais nos dizem ou têm o nosso nome, e inclusivamente aos nossos familiares falecidos que cremos estarem já em Deus. Inversamente, podemos ajudar os nossos falecidos ainda em processo de purificação, mediante a nossa oração de súplica.
Tudo o que uma pessoa faz ou sofre em Cristo e por Cristo torna-se proveitoso para todos; infelizmente, isso também significa, contrariamente, que cada pecado danifica a comunhão.[146]
sábado, 12 de novembro de 2011
#Espírito Santo
O Espírito Santo vem sobre Jesus na forma de pomba. Os primeiros cristãos experienciam o Espírito Santo co uma unção curadora, uma água viva, uma tempestade ruidosa ou um fogo ardente.
O próprio Jesus designa-O por advogado, consolador, mestre e Espírito da Verdade. O Espírito Santo é dado nos sacramentos da Igreja, mediante a imposição das mãos e a unção com azeite.
A paz que Deus fez com a humanidade, depois do dilúvio, foi anunciada a Noé por uma pomba. A antiguidade pagã também a conheceu como metáfora do amor.
Por tal razão, os primeiros cristãos compreenderam imediatamente por que motivo o Espírito Santo, o amor de Deus feito pessoa, sobreveio a Jesus como uma pomba, quando Ele Se deixou batizar no Jordão.
Hoje, a pomba é o sinal da paz mundialmente reconhecido e um dos maiores símbolos da reconciliação do ser humano com Deus.[115]
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
#Igreja
O princípio da democracia consiste em que todo o poder vai além do povo. Na Igreja, todo o poder vem de Cristo, pelo que ela tem um perfil hierárquico; simultaneamente, Cristo deu-lhe uma estrutura colegial.
O princípio hierárquico da Igreja consiste no próprio Cristo, que nela age quando os ministros ordenados fazem ou concedem algo que por si mesmos não fariam ou concederiam, isto é, quando, no lugar de Cristo, eles celebram os Sacramentos e ensinam com plenipotência. O princípio “colegial” da Igreja consiste em que Cristo confiou a totalidade da fé a uma comunhão de doze Apóstolos, cujos sucessores conduzem a Igreja sob a presidência do ministério petrino; na base desta dimensão colegial são imprescindíveis os concílios da Igreja. A multiplicidade dos dons espirituais e a universalidade da Igreja tornam-se também fecundas noutras instituições da Igreja, com os sínodos e os conselhos. [140]
terça-feira, 8 de novembro de 2011
#Confirmação
Através da Confirmação é marcado na alma de um cristão batizado em selo indelével e eterno que só pode receber uma vez. O dom do Espírito Santo é a força do alto em que esse cristão realiza a graça do seu Batismo ao longo da vida, como “testemunha” de Cristo.
Ser confirmado significa fazer um acordo com Deus. O confirmado diz: sim, eu creio em Ti, meu Deus; dá-me o teu Espírito Santo, para que eu te pertença totalmente, nunca me separe de Ti e Te testemunhe com o corpo e com a alma, durante toda a minha vida, em obras e palavras, em bons e maus dias! E Deus diz: sim, Ei também creio em ti, Meu filho, e te darei o Meu Espírito e até a Mim mesmo; pertencer-te-ei totalmente; nunca Me separarei de ti, nesta e na vida eterna; estarei no teu corpo e na tua alma, nas tuas obras e nas tuas palavras; mesmo que me esqueças, estarei sempre aqui, em bons e maus dias. [205]
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
#Morte
Na morte, separam-se o corpo e a alma. O corpo decompõem-se, enquanto a alma vai ao encontro de Deus e espera que, no Juízo Final, seja unida ao seu corpo ressucitado.
O como da ressurreição do nosso corpo é um mistério. Pode ajudar-nos a entende-lo a seguinte metáfora: observando um bolbo de tulipa, podemos reconhecer para quão belíssima flor ele se envolverá na terra escura. Do mesmo modo, não sabemos nada sobre o aspecto futuro do nosso corpo novo. São Paulo está, contudo, seguro: “Semeado desprezível, ressucita glorioso.” (1Cor 15, 43a)
Cristo nos ajuda na morte, se confiarmos n’Ele, vindo o nosso encontro e introduzindo-nos na Vida eterna. “ Não é a morte que me vai buscar, mas Deus.” (Santa Tereza de Lisieux)
Tendo em conta o sofrimento e a morte de Jesus, a nossa morte pode tornar-se mais ligeira. Num ato de confiança e de amor ao Pai, podemos dizer “sim” como Jesus fez no monte das Oliveiras. Uma tal compostura chama-se “sacrifício espiritual”: aquele que morre une-se ao sacrifício de Jesus na cruz. Quem morre assim, numa confiança em Deus e em paz com os outros, ou seja, sem pecado grave, está no caminho para a comunhão com Cristo ressuscitado. A nossa morte não nos faz cair mais fundo que nas Suas mãos. Quem não viaja para “nenhures”, mas regressa à casa do amor de Deus, o seu Criador.[154 - 155]
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
#Homosexualismo
A Igreja crê que a homossexualidade não corresponde à ordem da Criação na qual foram delineadas a necessidade do complemento e a atração mútua entre homem e mulher, com vista à geração dos filhos. Por isso, a Igreja não pode aprovar práticas homossexuais. No entanto, ela deve respeito e amor a todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual, porque são todas respeitadas e amadas por Deus.
Todo ser humano que existe na Terra provém da união de uma mãe e um pai. Por isso, para algumas pessoas orientadas homossexualmente é uma experiência dolorosa não se sentirem eroticamente atraídas pelo sexo oposto e terem de sentir, numa união homossexual, a falta da fecundidade física, como é próprio da natureza do ser humano e da divina ordem da Criação. Frequentemente, contudo, Deus chama a Si por vias inusitadas: uma carência, uma perda ou ferida – assumida ou aceite – pode tornar-se um trampolim para se lançar nos braços de Deus, aquele Deus que tudo corrige e Se deixa descobrir mais como Redentor que como Criador.
Deus criou o ser humano homem e mulher, e corporalmente também os determinou um para o outro. A Igreja acolhe sem reservas as pessoas que se sentem homossexuais e rejeita qualquer forma de discriminação. Simultaneamente afirma que as formas de encontro sexual entre as pessoas do mesmo sexo não correspondem à ordem da Criação.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
#Alma
A alma é o que faz cada pessoa ser humana, isto é, o seu princípio de vida espiritual, o seu íntimo. A alma faz com que o corpo material se torne um corpo vivo e humano. Através da alma, o ser humano torna-se um ente que pode dizer “eu” e permanece diante de Deus como um indivíduo inconfundível.
Os seres humanos são corporais e espirituais. O espírito do ser humano é mais que uma função do corpo e não se compreende a partir da composição material do ser humano. A razão diz-nos que tem de haver um princípio espiritual que esteja unido ao corpo, embora não lhe seja idêntico, o que designamos por “alma”. Embora a alma não se possa “comprovar” pela ciência natural, o ser humano não se consegue entender enquanto ente espiritual sem a admissão deste princípio espiritual, que excede a matéria.
A alma humana é criada diretamente por Deus. Não é “produzida” pelos pais.
A alma de uma pessoa não pode ser produto de um desenvolvimento evolutivo da matéria nem o resultado de uma fusão genética do pai e da mãe. A Igreja explica da seguinte forma o mistério de cada ser humano vindo a este mundo ser uma pessoa única e espiritual: ao ser humano Deus dá uma alma imortal, ainda que ele, pela morte, perca o seu corpo, para o reencontrar na ressurreição. Dizer “Tenho uma alma” significa afirmar: “Deus criou-me não apenas como um ente, mas como pessoa, e chamou-me a uma relação com Ele que nunca mais termina.” [62 e 63]
sábado, 29 de outubro de 2011
#DNJ
No último domingo de outubro, a Igreja Católica no Brasil organiza uma série de eventos para chamar atenção sobre a realidade da juventude. Para que isso seja palpável, ela declarou que este domingo fosse celebrado como Dia Nacional da Juventude.
A juventude é, certamente, de todas as faixas etárias, aquela que mais é afetada com as mudanças que ocorrem na sociedade. E, se o tempo que estamos vivendo é visto como uma mudança de época, a juventude, além de ser protagonista, também é vítima dessa mudança. É fato que muitas coisas estão mudando na sociedade por causa da ação dos jovens. Mas também é fato que os jovens sentem falta de “critérios mais profundos que afirmam identidades e estabelecem relações”. Eles “são os mais expostos ao drama do abandono e ao perigo das drogas, da violência, da venda de armas, do abuso sexual, bem como à falta de oportunidades e perspectivas de futuro” (DGAE n° 109).
A sociedade, muitas vezes, usa os jovens para “fazer dinheiro” incitando-os ao consumismo e organizando bailes e eventos com o objetivo de arrecadar fundos às custas da juventude. Depois disso, de forma hipócrita, condena os jovens que se viciaram nas drogas, entraram na prostituição, cometem roubos ou provocam acidentes no trânsito.
Frente a isso, os bispos do Brasil afirmam que os jovens merecem uma atenção especial. “A beleza da juventude e os inúmeros desafios para a plenitude de sua vida exigem urgentes iniciativas pastorais nas diversas instâncias de nossa ação evangelizadora”. O desafio é organizarmos “um caminho que garanta o crescimento da animação dos jovens em vista de sua identidade de discípulos missionários de Jesus Cristo”, combatendo a violência e o uso de drogas (DGAE n° 81).
O tema proposto como reflexão para o Dia Nacional da Juventude de 2011 é “Juventude e protagonismo feminino”. O lema que anima os encontros é “jovens mulheres tecendo relações de vida”. É um chamado especial à juventude feminina, no sentido de ela se sentir protagonista na construção de uma sociedade fraterna e inclusiva. Também é um chamado à sociedade para que valorize a juventude feminina em sua capacidade de “tecer relações de vida”.
Que a passagem do Dia Nacional da Juventude motive as comunidades a lançarem um olhar amoroso para os jovens, provocando ações que os levem a “organizarem o seu projeto pessoal de vida”. E que sempre mais em nossas comunidades se faça um verdadeiro trabalho de evangelização da juventude, são os nossos desejos e votos.
Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul - RS
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
#Sabado
O Sábado recorda, por um lado, o sétimo dia da Criação; diz-se que nesse dia Deus "parou para respirar" (Ex 31, 17), autorizando de certas formas todas as pessoas a interromperem o trabalho e tomarem novo fôlego; até os escravos deviam poder guardar o Sábado. Isso remete para a outra grande recordação, a libertação de Israel da escravidão no Egito: "Lembra-te de que foste escravo no Egito!" (Dt 5, 15) O sábado é, portanto, a festa da liberdade humana; no Sábado pode-se tomar-se alento, nele é superada a divisão mundana entre senhores e servos.
No Judaísmo tradicional, este dia de liberdade e descanso vale como uma espécie de antegozo do mundo vindouro.
Jesus respeitou o preceito do Sábado, mas ao mesmo tempo posicionou-se em relação a ele de uma forma altamente livre e soberana: "O Sábado foi feito para o homem e não o homem para o Sábado." (Mc 2, 27)
O fato de Jesus ter curado ao Sábado e ter interpretado o Mandamento do Sábado de uma forma misericordiosa colocou os judeus, Seus contemporâneos, perante duas hipóteses: ou Jesus é o Messias enviado por Deus e, portanto, o "Senhor do Sábado" (Mc 2, 28) - ou Ele é apenas um homem simples, cujo trato com o sábado constitui um pecado contra a lei.[ 362, 363]
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
@A primavera de juventude

“Jesus Cristo vai falar, sempre fala com amor. Nas feições da juventude eu te vejo, meu Senhor”. Assim aclamávamos o evangelho na Campanha da Fraternidade de 1992, sobre a juventude, caminho aberto. Este breve poema, da minha autoria, é testemunho da minha declaração de amor à juventude, que não é de hoje, e cada dia aumenta mais. Sou igual a Dom Bosco que dizia que amava os jovens só pelo fato de serem jovens.
O famoso poeta italiano, Giorgio La Pirra disse, certa vez, que “os jovens são como os pássaros, voam sempre em direção da primavera”. E é verdade. Além de estarmos vivendo a estação da primavera, a juventude, no Brasil, está vivendo a verdadeira estação de primavera. E a primavera que está se despontando nos horizontes da Igreja Católica para que a juventude possa alçar vôo são: a CF-2013 e a 27ª JMJ - Rio-2013.
Estes dois eventos propriamente joviais, embora sejam somente em 2013, já começaram. Parece longe, mas não é. É ilusão de ótica. Está perto. É bem aí. O Texto Base da CF está sendo elaborado e a Cruz Peregrina, juntamente com o ícone de Nossa Senhora, estão a caminho do Rio de Janeiro, antes percorrendo as 274 dioceses do Brasil. Aqui, em Palmas, aportarão nos dias cinco a sete de maio de 2012.
Dizia meu velho pároco, de saudosa memória, que “o que cansa não é a caminhada, é a pressa de chegar ou não querer chegar”. Sem pressa para não cansar e com vontade de chegar ao Rio de Janeiro, queremos juntos dar os primeiros passos, aproveitando este Dia Nacional da Juventude (DNJ), para fazer o anúncio e a solene convocação de todas as expressões juvenis, de todas as tribos e idades, para se unirem a nós neste grande mutirão missionário em prol da evangelização da juventude.
O papa Bento XVI disse recentemente que tanto os pais como a Igreja, nossa mãe, devem dar a seus filhos duas coisas: raízes e asas. Raízes para se firmar e asas para voar. As Redes Sociais, verdadeiras máquinas voadoras, estão facilitando estes vôos da juventude rumo ao Rio-2013. Basta utilizar destas máquinas potentes e destes instrumentos eficazes para voar, voar, subir, subir... Nem é preciso criar outras asas. Basta estar conectados a estas Redes Sociais. Os “nativos” – como são chamados os jovens que nasceram na revolução tecnológica- sabem muito bem como utilizá-los. Palavras como “internauta”, “facebook”, “conectar”, “navegar”, “twittar”, “teclar”, “fazer dowloud”, “interatividade” etc fazem parte do vocabulário dos jovens de hoje. Projetos como “Jovens Conectados” (www.jovensconectados.org.br), “Lectionautas” (www.lectionautas.org.br), “Bote Fé” e “Aqui tem jovem” (www.rio2013.com) etc estão aí a desafiar a criatividade, à inteira disposição para tocar os corações e evangelizar e vocacionalizar a juventude.
Peço encarecidamente a todos, sobretudo aos jovens e os padres, que dinamizem o DNJ. Qualquer coisa que se faça é melhor e é diferente do que não fazer nada.
Fé mais firme, esperança mais jubilosa e amor mais ardente são os meus desejos para a primavera da juventude propriamente dita, bem como para a juventude acumulada de todas as épocas e de todas as idades
Dom Pedro Brito Guimarães,
Arcebispo de Palmas – TO
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
#Dia Nacional da Juventude
Nos aproximamos do Dia Nacional da Juventude. Em todo Brasil, milhares de iniciativas estão sendo organizadas para celebrar esta data das mais variadas formas.
É o desejo do coração do Papa que todos jovens leiam, discutam e aprofundem o debate sobre sua fé. E surge assim uma oportunidade ímpar de divulgação do Catecismo Jovem, um presente do Santo Padre a toda juventude católica. Durante o DNJ, muitas iniciativas podem ser organizadas dentro do DNJ para divulgar o YouCat.
Exemplos:
• Durante algum momento, falar sobre o YouCat, apresentando a juventude;
• Fazer um papel com o endereço das redes sociais, para entregar para os jovens e assim possam acessar (xerox mesmo, que sai mais barato);
• Montar uma barraquinha do YouCat, para o jovem ver, mexer e ter contato;
• Se tiver alguma palestra, usar o YouCat como base;
• Conseguir uma parceria com uma livraria que venda o YouCat, e pedir doação para sorteio entre os jovens;
• Outros...
Enfim, você pode perceber que estes são somente exemplos. Use a criatividade, crie e invente novas formas de fazer o YouCat ser conhecido pela juventude.
Nós da equipe do @CatecismoJovem e o Papa contamos com a sua ajuda.
domingo, 23 de outubro de 2011
#Milagres
Jesus realmente operou milagres, tal como os Apóstolos. Os autores neotestamentários referem-se a ocorrências reais. Os milagres que Jesus realizava eram sinais do começo do Reino de Deus, e expressão do Seu amor pela humanidade e corroboravam o Seu envio.
As fontes mais antigas noticiam que os inúmeros milagres confirmam o anúncio de Jesus: “Se, porém, expulso demônios pelo Espírito de Deus, então o Reino de Deus já chegou até vós.” (Mt 12, 28) Os milagres ocorriam em espaços públicos; por vezes, é referida a identidade das pessoas em questão, como o cego Bartimeu (Mc 10, 46-52) ou a sogra de Pedro (Mt 8, 14 ss.). Alguns milagres eram considerados chocantes sacrilégios para o ambiente judaico (como a cura do paralítico ao Sábado e a cura dos leprosos), mas não foram negados pelo judaísmo desse tempo.
Os milagres de Jesus não eram uma auto afirmação mágica. Ele estava cheio do poder amoroso de Deus que cura e salva. Através de milagres mostrou que era o messias e que o Reino de Deus começava n’Ele.
O amanhecer do novo mundo tornou-se patente quando Ele libertou da fome (Jo 6, 5-15), da injustiça (Lc 19, 8), da doença e da morte (Mt 11, 5). Com a expulsão dos demônios teve início o triunfo contra o “príncipe deste mundo” (ou seja, Satanás: Jo 12, 31).
Não obstante, Jesus suprimiu do mundo toda a desgraça e todo mal. Ele dedicou especial atenção à libertação do ser humano da escravidão do pecado; importou-se sobretudo com a fé, que Ele suscitou através de milagres. [90 e 91]
sábado, 22 de outubro de 2011
#Apóstolos
Jesus tinha, à sua volta, um grande círculo de discípulos, homens e mulheres. Deste círculo de discípulos, Ele escolheu doze homens, a quem deu o nome de Apóstolos (Lc 6, 12-16). Os Apóstolos foram formados especialmente por Ele, que lhes confiou diversas tarefas: “Enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os doentes.” (Lc 9, 1-2) Também apenas a estes doze Apóstolos confiou, na Última Ceia, uma nova missão: “Fazei isto em memória de Mim!” (Lc 22, 19)
Os Apóstolos tornaram-se testemunhas da ressurreição de Jesus e garantes da Sua Verdade. Eles continuaram a missão de Jesus após a Sua morte; e escolheram bispos para seus sucessores. Os sucessores dos Apóstolos partilham, ainda hoje, do pleno poder transmitido por Jesus: eles guiam, ensinam e celebram a Liturgia. A união dos Apóstolos tornou-se o fundamento da Igreja. Entre os Apóstolos ainda se destaca Pedro, a quem Jesus concedeu uma especial autoridade: “Tu és Pedro; sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja.” (Mt 16, 18) Do especial lugar de Pedro entre os Apóstolos proveio o ministério papal. [92]
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
#Reino de Deus
“Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade.” (1Tm 2, 4) O “Reino de Deus começa com aqueles que se deixam transformar pelo amor de Deus. Segundo a experiência de Jesus, isso acontece sobretudo com os pobres e os pequenos.
Há mesmo pessoas afastadas da Igreja que consideram Jesus fascinante por Ele Se ter dirigido primeiro aos socialmente excluídos, numa espécie de amor preferencial.
No sermão da Montanha, são os pobres e os aflitos, as vitimas da perseguição e da violência, todos os que procuram Deus de coração puro, todos os que buscam a Sua misericórdia, a justiça e a paz... que têm acesso prioritário ao Reino de Deus. Especialmente convidados são os pecadores: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas os que estão doentes. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.” (Mc 2, 17) [89]
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
#Evolução
Uma pessoa pode aceitar a evolução e simultaneamente crer no Criador, pelo fato de que a fé está aberta aos conhecimentos e às hipóteses naturais. A teologia não tem competência científico-natural, nem a ciência natural tem competência teológica.
A ciência natural não pode excluir dogmaticamente que na Criação haja processos orientados para um fim; por seu turno, a fé não pode definir como eles se concretizam no curso do desenvolvimento da Natureza.
Um cristão pode aceitar a Teoria da Evolução como um modelo explicativo e ficaz, desde que não caia no erro do evolucionismo, que vê no ser humano um produto casual de processos biológicos. A Evolução pressupõe a existência de “algo” que se desenvolva. Nada é dito sobre o “onde” deste “algo”. De igual modo, a biologia não pode responder a perguntas acerca do “ser”, da “essência”, da “dignidade”, da “missão”, do “sentido” e do “porquê” do mundo e do ser humano.
Tal como o evolucionismo, num extremo, também o Criacionismo, no outro, é uma ultrapassagem de limites; os criacionistas tomam ingenuamente à letra os dados bíblicos (como a idade da Terra e os seis sias da Criação). [42]
terça-feira, 18 de outubro de 2011
@São Lucas
Lucas é um dos quatro evangelistas. O seu Evangelho é reconhecido como o do amor e da misericórdia. Nasceu na Antioquia, Síria. Era médico e pintor, muito culto, e foi convertido e batizado por são Paulo. No ano 43, já viajava ao lado do apóstolo, sendo considerado seu filho espiritual. Tornou-se o relator do nascimento de Jesus, o principal biógrafo da Virgem Maria e o primeiro a expressá-la através da pintura.
Sua participação nos primeiros tempos, ao lado dos apóstolos escolhidos por Jesus, somada à vida de missionário, escritor, médico e pintor, transformou-se num dos pilares da Igreja. Na suas obras, Lucas dirigia-se a um certo Teófilo, amigo de Deus, que tanto poderia ser um discípulo como uma comunidade, ou todo aquele que entrava em contato com a mensagem da Boa-Nova através dessa leitura. Com tal recurso literário, tornou seu Evangelho uma porta de entrada à salvação para todos os povos, concedendo o compartilhamento do Reino de Deus por todas as pessoas que antes eram excluídas pela antiga lei.
Quando das prisões de são Paulo, Lucas acompanhou o mestre, tanto no cárcere como nas audiências. Presença que o confortou nas masmorras e deu-lhe ânimo no enfrentamento do tribunal do imperador. A tradição cristã diz-nos que depois do martírio de são Paulo o discípulo, médico e amigo Lucas continuou a pregação.
#Hino a São Lucas
Cantemos em São Lucas a vitória
Do mestre da palavra cristalina,
Que acompanhou São Paulo e teve a glória
De ouvir sua doutrina.
Evangelista do Divino Infante,
Da Virgem Mãe e do perdão de Deus,
Do Verbo feito homem caminhante
E da Ascensão aos Céus;
Fez a história da Igreja primitiva,
Onde crepitam, límpidas e ardentes,
As labaredas da fogueira viva
No coração dos crentes.
Médico santo, esteja à nossa beira,
Para, junto de nós, nos confortar,
Quando, ao bater da hora derradeira,
Deus a Si nos chamar.
Ao Pai do Céu se eleve o nosso canto,
Louvor e glória a Cristo Redentor,
Bendigamos no mesmo hino de amor
O Espírito Santo.
Do mestre da palavra cristalina,
Que acompanhou São Paulo e teve a glória
De ouvir sua doutrina.
Evangelista do Divino Infante,
Da Virgem Mãe e do perdão de Deus,
Do Verbo feito homem caminhante
E da Ascensão aos Céus;
Fez a história da Igreja primitiva,
Onde crepitam, límpidas e ardentes,
As labaredas da fogueira viva
No coração dos crentes.
Médico santo, esteja à nossa beira,
Para, junto de nós, nos confortar,
Quando, ao bater da hora derradeira,
Deus a Si nos chamar.
Ao Pai do Céu se eleve o nosso canto,
Louvor e glória a Cristo Redentor,
Bendigamos no mesmo hino de amor
O Espírito Santo.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
#Maria
Maria é a mãe de Deus. Na terra, ela esteve ligada a Jesus como ninguém – Uma proximidade que não cessa no Céu. Maria é a Rainha do Céu e está realmente, no seu ser materno, muito próxima de nós.
Porque se entregou de corpo e alma e com enorme risco a uma missão tão perigosa quanto divina, Maria foi também e corpo e alma acolhida no céu.
Desde o início da Igreja tem-se dito a experiência de que Maria ajuda. Milhões de cristãos dão testemunho disso.
Enquanto mãe de Jesus, Maria também é nossa mãe; e as boas mães responsabilizam-se sempre pelos filhos. Esta mãe não foge a regra. Já na Terra, ela mobilizou-se junto a Jesus pelos outros, como foi o caso das bodas de Caná, em que ela salvou o casal de noivos de uma situação complicada. Na sala do dia de Pentecostes, ela orava com os discípulos. Porque o seu amor por nós não acaba, podemos estar certos de que ela se comprometeu por nós nos dois momentos mais importantes da nossa vida: “Agora e na hora de nossa morte.” [147 e 148]
domingo, 16 de outubro de 2011
#Dignidade Humana
Cada ser humano tem, desde o primeiro instante, no seio materno, uma dignidade intocável, porque desde toda a eternidade Deus o desejou, amou, criou, remiu e destinou para a eterna felicidade e salvação.
Se a importância de um ser humano proviesse apenas dos seus sucessos e prestações que ele individualmente realiza, não teriam qualquer importância os que são fracos, doentes e débeis. Os cristãos creem que a importância do ser humano provém, primeiramente, da importância de Deus. Ele repara em cada pessoa e ama-a como se fosse a única criatura do mundo.
Porque Deus tem o seu olhar sobre o menor dos seres humanos, este possui uma dignidade infinita que não pode ser destruída por ninguém. [280]
sábado, 15 de outubro de 2011
#Jesus Cristo
Em hebraico, “Jesus” significa “Deus salva”. Na formula breve “Jesus é o Cristo” exprime-se o cerne da fé cristã: Jesus, o filho de um simples carpinteiro de Nazaré, é o Messias e Salvador esperado.
Tanto o adjetivo grego Christos (Cristo) como o particípio hebraico mashia(messias) significam “ungido”. Em Israel, eram ungidos reis, sacerdotes e profetas. Os Apóstolos perceberam que Jesus tinha sido ungido “com o espírito Santo” (At 10, 38).
Quando Jesus se declara como “Filho unigênito de Deus”, como testemunham São Pedro e os outros discípulos, fica expresso que, em toda a humanidade, apenas Jesus é mais que um ser Humano.
Em muitas passagens do Novo Testamento, Jesus é chamado “Filho”. Aquando do Batismo e da Transfiguração, a voz celeste chama a Jesus “Filho Amado”. Jesus inicia os discípulos na Sua relação única com o Pai do Céu: “Tudo Me foi dado por Meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho O quiser revelar.” (Mt 11, 27) Pela ressureição, torna-se evidente que Jesus Cristo é realmente o Filho de Deus. [70 e 75]
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
#Moisés
Com Moisés aprendemos que “orar” significa “falar com Deus”. Juto à sarça ardente, Deus entrou num verdadeiro diálogo com Moisés e encarregou-o de uma tarefa. Moisés apresentou as suas objeções e colocou perguntas. Por fim, Deus revelou-lhe o Seu santo nome. Tal como Moisés confiou em Deus e se colocou totalmente ao seu serviço, assim também nós devemos entrar na escola da oração de Deus.
A Bíblia utiliza 767 vezes o nome de Moisés, tão central que ele é como libertador e legislador do Povo de Israel! Ao mesmo tempo, Moisés foi um grande intercessor pelo seu povo. Na oração, acolheu sua missão; da oração tirou força. Moisés tinha uma relação íntima e pessoal com Deus: “O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com um amigo.” (Ex 33, 11) Antes de agir ou ensinar ao povo, Moisés retirava-se para a montanha para orar. Ele é, portanto, o protótipo de um orante contemplativo. [472]
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
#Pecado
Pecado é uma palavra, um ato ou uma intenção com que a pessoa atenta consciente e intencionalmente contra a verdadeira ordem das coisas tal como a projetou o amor de Deus.
Pecar significa mais que atentar contra regras instituídas pelas pessoas e pelas instituições. O pecador volve-se livre e conscientemente contra o amor de Deus, ignorando-O. O pecado é, no fim das contas, “o egoísmo elevado ao desprezo de Deus (S. Agostinho); em caso extremo, a criatura pecadora profere: “quero ser como Deus!” (cf. Gn 3, 5) como o pecado me carrega com a respectiva culpa, ferindo-me e destruindo-me com as consequências, ele também envenena e prejudica o meu mundo. O pecado e o seu pese tornam-se reconhecíveis na proximidade com Deus.
Existem duas distinções de pecado: O pecado grave (mortal), e o pecado leve (venial).
O pecado grave destrói, no coração de uma pessoa, a força divina do amor sem a qual ela não pode ser eternamente feliz. Por isso também é chamado de “pecado mortal”. O pecado grave rompe com Deus, enquanto os pecados veniais apenas agravam a relação.
Um pecado grave aparta o ser humano de Deus; tal pecado está relacionado com um valor significativo, isto é, dirige-se contra a vida ou contra Deus (por exemplo, o homicídio, a blasfêmia, o adultério, etc.) e é cometido com total conhecimento e consentimento. Os pecados veniais estão relacionados com valores subordinados ou não ocorrem com total conhecimento do seu alcance ou com total consentimento; estes pecados perturbam a relação com Deus, mas não nos separam d’Ele.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
@Nossa Senhora Aparecida
No dia 12 de outubro celebramos a festa de Nossa Senhora Aparecida, a mãe do povo brasileiro. E como todas as mães, Nossa Senhora tem carinho especial para com seus filhos menores e mais frágeis, que são as crianças. É por isso que a coincidência de datas (dia de Nossa Senhora Aparecida e dia das Crianças) nos leva a dizer que Nossa Senhora Aparecida é a mãe das crianças do Brasil.
Costuma-se dizer que um país que não cuida das suas crianças e dos seus adolescentes está fadado a ter um futuro nada promissor. O mesmo podemos dizer das comunidades cristãs que não zelam pelas suas crianças e pelos seus adolescentes. Elas estão fadadas a desaparecer num futuro não muito distante.
Cuidar das crianças e dos adolescentes como comunidade cristã, pode significar a necessidade de criar ambiente próprio para as crianças nas celebrações. Pode significar a organização da Pastoral da Criança e da Pastoral do Menor. Pode significar a dinamização da Pastoral dos Coroinhas, a qualificação da catequese e a dinamização das celebrações. Cuidar das crianças pode implicar no desenvolvimento de ações com as mães gestantes e com os jovens que se preparam para o casamento.
O exemplo de mãe para os cristãos é Maria, a mãe de Jesus. Entre os inúmeros títulos com os quais ela é invocada, o povo brasileiro a venera como Nossa Senhora Aparecida. A origem da devoção vem do ano de 1717, quando dois pescadores tiraram a imagem enegrecida das águas do rio Paraíba. No encerramento do Congresso Mariano de 1929, de posse da imagem tirada do rio, Nossa Senhora foi proclamada Rainha do Brasil, com o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Em 1931, na presença do presidente Getúlio Vargas, ela foi aclamada como “Rainha e Padroeira do Brasil”. Em 1980, pela Lei nº 6.802, foi decretado feriado nacional no dia 12 de outubro. No mesmo ato, Nossa Senhora Aparecida foi reconhecida oficialmente como padroeira dos católicos do Brasil.
Que a Mãe Aparecida olhe com carinho para o povo brasileiro. Que ela inspire os governantes a promoverem a paz e a justiça social. Ajude os pais a educarem seus filhos nos valores do Evangelho. Ilumine a Igreja a promover ações de solidariedade e a se transformar em “casa e lugar de comunhão”. E que acima de tudo, a Mãe de Aparecida ampare as crianças do Brasil, para que elas possam “crescer em tamanho, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens”, a exemplo do seu Filho Jesus de Nazaré.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
#Infalibilidade Papal
O papa é realmente infalível, porém, o Papa só fala infalivelmente quando proclama um dogma solenemente (ex-cátedra), ou seja, quando toma uma decisão vinculativa sobre questões de fé e de moral. Caráter infalível também podem possuir as decisões do colégio dos bispos em comunhão com o Papa, como são o caso das decisões dos concílios ecumênicos.
A infalibilidade dos Papas nada tem haver com sua integridade moral ou a sua inteligência. A Igreja que é propriamente infalível, pois Jesus prometeu-lhe o Espírito Santo para a manter e introduzir cada vez mais profundamente na Verdade. Quando uma verdade de fé evidente é repentinamente negada ou mal interpretada, a Igreja tem de ter uma última voz que explique vinculativamente que é verdadeiro e o que é falso; trata-se da voz do Papa. Como sucessor de Pedro e como o primeiro dos bispos, tem sozinho um tal poder de formular a indiscutível Verdade segundo a Tradição da fé da Igreja, que essa verdade exposta aos crentes para todos os tempos como “digna de fé”; neste caso, dizemos que o Papa anuncia um dogma. Assim, um dogma não pode conter novidade a nível de conteúdo. Raramente é anunciado um dogma; o último foi apresentado em 1950.
domingo, 9 de outubro de 2011
#Confissão
A cada confissão pertencem o exame de consciência, o arrependimento, o propósito, a confissão e a penitência. Para uma boa confissão o exame de consciência deve existir fundamentalmente, mas não tem de ser exaustivo. Sem um real abastecimento, isto é, apenas com uma confissão de lábios, ninguém pode ser absolvido do seu pecado. Igualmente imprescindível é o propósito de, no futuro, não mais cometer esse pecado. O penitente tem de expressar o seu pecado diante do confessor incondicionalmente; portanto, tem de se confessar disso. Pertence à Confissão, finalmente, a reparação ou penitência, que o confessor ordena ao penitente, para reparar o dano causado.
Os pecados que forem recordados num exame de consciência pormenorizado e que ainda não foram confessados só podem ser confessados, em circunstâncias normais, numa confissão individual.
Certamente existem embaraços quanto a confissão. Superá-los é já o primeiro passo para se tornar interiormente saudável. Também o Papa tem de ter coragem para confessar seus erros e fraquezas a outro sacerdote e, deste modo, a Deus.
Só em circunstâncias existenciais graves pode um sacerdote dar a absolvição a um grupo de pessoas, sem que antes tenha feito uma confissão pessoal dos pecados. A fórmula de absolvição é a seguinte: Deus Pai de Misericórdia, que, pela morte e Ressureição de Seu Filho, reconciliou o mundo Consigo e enviou o Espirito Santo para a remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. Eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
sábado, 8 de outubro de 2011
#Carta de São João Bosco aos Jovens
O demônio tem normalmente duas artimanhas principais para afastar da virtude os jovens. A primeira consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus exige uma vida triste sem nenhum divertimento nem prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer ao mesmo tempo quais são os verdadeiros divertimentos e os verdadeiros prazeres, para que vocês possam exclamar com o santo profeta Davi: “Sirvamos ao Senhor na santa alegria”.
A segunda artimanha do demônio consiste em fazê-los conceber uma falsa esperança duma longa vida que permite converter-se na velhice ou na hora da morte. Prestem atenção, meus caros jovens, muitos se deixaram prender por esta mentira. Quem nos garante que chegaremos à velhice? Se se tratasse de fazer um pacto com a morte e de esperar até então... Mas a vida e a morte estão entre as mãos de Deus que dispõe de tudo a seu bel-prazer.
E mesmo se Deus lhes concedesse uma longa vida, escutai, entretanto, sua advertência: “O caminho do homem começa na juventude, ele o segue na velhice até a morte”. Ou seja, se, jovens, começamos uma vida exemplar, seremos exemplares na idade adulta, nossa morte será santa e nos fará entrar na felicidade eterna.
Se, pelo contrário, os vícios começam a nos dominar desde a juventude, é muito provável que eles nos manterão em escravidão toda a nossa vida até a morte, triste prelúdio de uma eternidade terrível.
Para que esta infelicidade não lhes aconteça, eu lhes apresento um método de vida alegre e fácil, mas que lhes bastará para se tornarem a consolação de seus pais, a honra da pátria de vocês, bons cidadãos da terra, em seguida felizes habitantes do céu...
Meus caros jovens, eu os amo de todo o meu coração e basta-me que vocês sejam jovens para que eu os ame extraordinariamente. Eu lhes garanto que vocês encontrarão livros que lhes foram dirigidos por pessoas mais virtuosas e mais sábias que eu em muitos pontos, mas dificilmente vocês poderão encontrar algum que os ame mais que eu em Jesus Cristo e deseja mais a felicidade de vocês.
Conservem no coração o tesouro da virtude, porque possuindo-o, vocês têm tudo, mas se o perderem, vocês se tornarão os homens mais infelizes do mundo. Que o Senhor esteja sempre com vocês e que Ele lhes conceda seguir os simples conselhos presentes, para que vocês possam aumentar a glória de Deus e obter a salvação da alma, fim supremo para o qual fomos criados. Que o Céu lhes dê longos anos de vida feliz e que o santo temor de Deus seja sempre a grande riqueza que os cumule de bens celestes aqui e por toda a eternidade.
Vivam contentes e que o Senhor esteja com vocês. Seu muito afeiçoado em Jesus Cristo.
João Bosco - Sacerdote.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
@Nove passos para rezar o Rosário
Para recitar o Rosário com verdadeiro proveito deve-se estar em estado de graça ou pelo menos ter a firme resolução de renunciar o pecado mortal.
1. Segurando o Crucifixo, fazer o Sinal da Cruz e em seguida rezar o Credo.
2. Na primeira conta grande, recitar um Pai Nosso.
3. Em cada uma das três contas pequenas, recitar um Ave Maria.
4. Recitar um Glória antes da seguinte conta grande.
5. Anunciar o primeiro Mistério do Rosário do dia e recitar um Pai Nosso na seguinte conta grande.
6. Em cada uma das dez seguintes contas pequenas (uma dezena) recitar um Ave Maria enquanto se faz uma reflexão sobre o mistério.
7. Recitar um Glória depois das dez Ave Marias. Também se pode rezar a oração de Fátima.
8. Cada uma das seguintes dezenas é recitada da mesma forma: anunciando o correspondente mistério, recitando um Pai Nosso, dez Ave Marias e um Glória enquanto se medita o mistério.
9. Ao se terminar o quinto mistério o Rosário costuma ser concluído com a oração da Salve Rainha.
@Como surgiu o Rosário?
A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.
No ano 1365 fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.
A palavra Rosário significa 'Coroa de Rosas'. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma rosa e por cada Rosário completo lhe é entregue uma coroa de rosas. A rosa é a rainha das flores, sendo assim o Rosário a rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante.
O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Com o Ave Maria a convidamos a rezar por nós. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é mais poderosa, porque Maria recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que sua mãe lhe pede. Em cada uma de suas aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz.
O Rosário é composto de dois elementos: oração mental e oração verbal.
No Santo Rosário a oração mental é a meditação sobre os principais mistérios ou episódios da vida, morte e glória de Jesus Cristo e de sua Santíssima Mãe.
A oração verbal consiste em recitar quinze dezenas (Rosário completo) ou cinco dezenas do Ave Maria, cada dezena iniciada por um Pai Nosso, enquanto meditamos sobre os mistério do Rosário.
A Santa Igreja recebeu o Rosário em sua forma atual em 1214 de uma forma milagrosa: quando a Virgem apareceu a Santo Domingo e o entregou como uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores daquele tempo. Desde então sua devoção se propagou rapidamente em todo o mundo com incríveis e milagrosos resultados.
#Justificação
Os cristãos creem que são redimidos por Deus, que para tal enviou Seu Filho, Jesus Cristo ao mundo. Desta forma, nenhuma pessoa se pode redimir a si mesma. A redenção significa, para nós, que somos libertados pelo Espirito Santo do poder do pecado e que, uma vez retirados do âmbito da morte, reencontramos uma vida sem fim, uma vida na presença de Deus.
O pecado não pode ter existência perante Deus, que no fundo é justiça e bondade. Se o pecado para nada serve, que acontece com o pecador? No seu amor Deus encontrou um caminho no qual Ele extermina o pecado, mas salva o pecador. Ele torna-o novamente correto, isto é, justo. Por isso, a redenção foi designada, desde muito cedo, por justificação. De fato, não nos tornamos justos pela própria força; o ser humano não consegue perdoar a si mesmo o seu pecado, nem se consegue arrancar a si mesmo da morte. Portanto, Deus tem de agir em nós, e por misericórdia, não porque o merecemos. Deus concede-nos pelo Batismo “a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo” (Rm 3, 22). Pelo Espírito Santo, que foi derramado nos nossos corações, somos assumidos no interior da morte e da ressureição de Cristo – morremos para o pecado e nascemos para uma vida nova em Deus. [337]
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
#Veneração a Maria
Só devemos adorar a Deus. Mas podemos honrar Maria como mãe de nosso Senhor.
A adoração constitui o reconhecimento humilde e incondicional da absoluta sublimidade de Deus sobre todas as criaturas. Maria é criatura como nós. Ela é, na fé, nossa mãe. E devemos honrar nossos pais.
Biblicamente, a veneração à Maria, trata-se de uma atitude correta, pois ela própria diz: “De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.” (Lc 1, 48) Por esse motivo, a Igreja tem locais de peregrinação, festas, cânticos e orações marianas como o santo rosário, que é uma síntese do Evangelho.
“No céu temos uma mãe.[...] Estando em Deus e com Deus ela está próxima de nós. [...] Ela conhece o nosso coração, pode ouvir as nossas orações, pode ajudar-nos com a sua bondade materna e é-nos dada, como disse o Senhor, como “mãe’, a qual podemos dirigir-nos em todos os momentos. (BENTO XVI) [149]
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
@Juventude Missionária
Em outros tempos quando se falava de mês missionário éramos logo levados a pensar naquelas regiões onde a Igreja ainda não se havia implantado plenamente: a missão “Ad Gentes”, título do decreto do Concílio Vat. II sobre a vocação missionária da Igreja. Outro aspecto, entretanto, da missão, a missão “ad intra”, para afervorar a vida cristã em nações onde a Igreja já está solidamente constituída, é igualmente importante. Todos temos notícia das missões pregadas, de tempos em tempos, pelos padres missionários. Era uma graça extraordinária que renovava a fé e melhorava a vida moral de nossa gente, recordando-lhe as verdades fundamentais da fé católica e os mandamentos da lei de Deus, tendo na confissão sacramental, na legitimação de casamentos e na comunhão eucarística seu momento alto.
Os novíssimos - morte, juízo, inferno paraíso – eram a grande motivação da catequese das missões. As missões evoluíram no sentido de se tornarem um momento forte de evangelização e de organização das paróquias de modo que o trabalho dos padres missionários tivesse continuidade através da liderança do pároco e da participação de fieis leigos especialmente tocados pelo anúncio missionário. A grande novidade de Aparecida, sob a influência decisiva do Pontificado do Bem-Aventurado João Paulo II, consistiu em convocar a Igreja toda, ministros ordenados, religiosos(as) e fieis leigos(as) a assumir com vigor e ardor a dimensão missionária, que permanentemente brota do mistério da comunhão trinitária do qual a Igreja nasce e vive, prolongando no tempo as missões do Filho e do Espírito Santo. O tema da V Conferência concentrou-se nisto: “fazer discípulos missionários”. Esta foi de fato a ordem de Jesus: “Ide, pois, e fazei discípulos de todas as nações, batizando-as...”(Mt 28,19). Em Atos Jesus fala da vinda do Espírito Santo e afirma: “sereis, então minhas testemunhas...até os confins da terra”(1,8). A razão da urgência missionária está nisso: que em Cristo todos tenham vida. Para caracterizar as transformações culturais por que passa a humanidade o DAp fala de mudança de época, caracterizada pela erosão dos valores tradicionais, por um grande pluralismo que acaba por introduzir um relativismo cuja consequência é um enorme vazio de sentido para a vida, que atinge com especial virulência a juventude.
De Aparecida brotou como seu fruto imediato a “Missão Continental” á qual assim se referiu o Papa Bento XVI: “para mim foi motivo de alegria conhecer o desejo de realizar uma MISSÀO CONTINENTAL que as Conferências Episcopais e cada diocese são chamadas a estudar e a realizar, convocando para isso todas as forças vivas, de modo que, caminhando a partir de Cristo, busque-se sua face”. A Missão Continental não pode ser entendida como um momento transitório, ainda que intenso, de empenho missionário, mas deve ser entendida como uma conversão profunda e permanente da Igreja em suas estruturas, a partir do coração das pessoas, de modo que o anúncio do evangelho flua permanentemente para as pessoas e para a sociedade. . Neste sentido as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) nos oferecem um roteiro sintético e objetivo de reflexão e de indicações para implantarmos em nossas paróquias e em outras instituições eclesiais – centros de ensino, pastorais e movimentos - as propostas de Aparecida.
Esse processo acontecerá na medida em que houver comunidades vivas de discípulos que haverão de brilhar como luz no coração do mundo. Viveremos no Brasil até o grande encontro de jovens no Rio de Janeiro, em 2013, um significativo processo de animação missionária de nossa juventude. Bento XVI deu-nos como lema da Jornada Mundial da Juventude exatamente a proposta de Aparecida: “Ide, pois, e fazei discípulos entre todas as nações”.
O Papa, na mensagem aos jovens em Madri, falou da necessidade de ouvir a palavra de Cristo, “Amigo que não engana” e advertia: “Bem sabeis que, quando não se caminha ao lado de Cristo, que nos guia, extraviamo-nos por outras sendas como a dos nossos próprios impulsos cegos e egoístas, a de propostas lisonjeiras mas interesseiras, enganadoras e volúveis, que atrás de si deixam o vazio e a frustração”. Jovens, sejam missionários de seus irmãos de juventude, não os deixem morrer de fome.
Dom Eduardo Benes de Sales RodriguesArcebispo de Sorocaba - SP
#Missão
A missão é a essência da Igreja e o mandamento de Jesus a todos os cristãos de anunciar o Evangelho com palavras e atos, de forma a que todas as pessoas optem livremente por Cristo.
Transmitimos a fé porque Jesus ordenou-nos: “Ide, fazei discípulos de todas as nações!” (Mt 28, 19), e nenhum cristão autêntico deixa a transmissão da fé apenas ao cuidado dos especialistas (catequistas, párocos, missionários). Somos cristãos para os outros. Isto significa que cada cristão autêntico deseja que Deus chegue também aos outros. Ele diz para si: “O Senhor precisa de mim! Sou batizado, confirmado e responsável para que as pessoas à minha volta façam a experiência de Deus e cheguem ao conhecimento da verdade”.(1Tm 2, 4) Madre Tereza utilizou uma boa metáfora: “É frequente observares fios elétricos ao longo da estrada. Se a corrente não passa por eles, não há luz. O fio é o que somos tu e eu. A corrente elétrica é Deus. Temos o poder de a deixar passar através de nós e, assim, fornecer ao mundo a luz que é Jesus, ou de recusarmos que Ele Se sirva de nós, permitindo, com isso, que a escuridão se alastre.” [11]
terça-feira, 4 de outubro de 2011
#Carta de Francisco
Jovem Amigo
Eu não te conheço. Não sei de tua vida. Teus amores. Tuas desilusões. Tristezas. Alegrias. Teus sonhos. Teus encantos. Teus desencantos. Não conheço tua história. Teu caminho.
Posso imaginar que és um derrotado, acobardado, vencido pela vida. Sentado à beira do caminho à espera distraidamente, da dama felicidade – que jamais virá.
Posso imaginar que és um lutador, um vencedor... Alguém que deseja o infinito repouse em seus braços. Esperança no olhar, Sorriso nos lábios, Alegria no coração, Vigor nos teus músculos. O passado te impulsionou. O futuro te sorri. O presente tu o vives plenamente.
Jovem, não importa quem foste, por onde andaste, quem és e onde estás. Uma vitória pode ser o principiar de uma derrota e uma derrota pode ser o início de uma vitória.
Eu fui um derrotado por longo tempo. Fui perdedor. A doença me prostou. Entrei em mim mesmo. Encontrei-me n’Ele. Decidi ser só de Cristo. Todo d’Ele. Tornei-me ganhador. Minha vida tomou novo rumo, novo sentido, novo vigor. Nunca é tarde para começar. Nunca é tempo de desanimar. Na vida nunca é tarde para ser feliz fazendo felizes os outros. És tu quem decide de tua felicidade. Se tu não agires, ninguém agirá por ti. Não esqueças que eu também venci. Mais isso não foi fácil. Venci apesar disso.
Não importa o que tu foste, importa o que decides e procuras ser. Não percas tempo, enquanto é tempo.
Um grande abraço de teu amigo que fica torcendo por ti.
Francisco de Assis
#Coração Pobre
Também os jovens têm a experiência do vazio interior. Mas ser pobre de coração pode até ser bom. De fato, só tenho de procurar, de todo coração, Aquele que pode encher o meu vazio, transformando minha pobreza em riqueza. Por isso, Jesus disse: “Bem aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus!” (Mt 5, 3)
Assim como Cristo, São Francisco de Assis, cuja memória comemoramos no dia de hoje, soube viver além da pobreza material, a pobreza de coração. Seguindo o exemplo de São Francisco, a juventude aprenda de Cristo a graça de ser pobre de coração.
São Francisco de Assis, rogai por nós.
@São Francisco de Assis
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo estavam mais ligados aos mosteiros rurais, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
#Trindade
Deus é um só, mas em três Pessoas. A Trindade divina é um insondável mistério: por um lado, baseia-se na unidade das três Pessoas; por outro, desenvolve-se numa diversidade pessoal do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
A Trindade de Deus é um mistério. Só através de Jesus é que a descobrimos. O ser humano, com as capacidades da sua razão, não consegue atingir Deus. Ele reconhece, todavia, a razoabilidade deste mistério ao aceitar a Revelação de Deus em Jesus Cristo.
Se Deus fosse só e solitário, não poderia amar desde toda a eternidade. Iluminados por Jesus, encontramos sinais da Trindade de Deus já no Antigo Testamento e até em toda a criação. Cremos num Deus em três pessoas (Trindade).
Os cristãos não adoram três seres diferentes mas um único ser que desabrocha em três, permanecendo, contudo, um. Que Deus seja trinitário sabemo-lo por Jesus Cristo: ele, o Filho, fala de seu Pai que está no céu. Ele ora ao Pai e concede-nos o Espírito Santo que é o amor do Pai e do Filho. Por isso, somos batizados “em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.” (Mt 28,19)
“Deus não é solidão, mas perfeita comunhão.” (Bento XVI)
domingo, 2 de outubro de 2011
#Leigos
É o estado comum dos batizados que pertencem ao Povo de Deus, mas não são ordenados.
Leigo não é um cristão de segunda classe, porque ele participa do ministério sacerdotal de Cristo (sacerdócio comum dos fiéis). Ele empenha-se para que as pessoas do seu meio (escola, faculdade, família e profissão) aprendam a conhecer e a amar Cristo. Ele cunha com a sua fé a sociedade, a economia e a política. Ele promove a vida eclesial assumindo ministérios, como o acolitato e o leitorato, disponibilizando-se para dirigir grupos e aderindo a movimentos e conselhos eclesiais (por exemplo, os conselhos paroquiais, pastoral ou econômico). Também os jovens devem refletir seriamente sobre o lugar em que Deus os quer. [139]
sábado, 1 de outubro de 2011
#Judeus
Os judeus são os “irmãos mais velhos” dos cristãos, porque foi primeiramente a eles que Deus amou e falou. Une-nos o fato de Jesus Cristo ter sido, enquanto homem, um israelita. Separa-nos, porém, o fato de a Igreja O recorrer como o filho de Deus vivo. Somos “um” na expectativa do advento definitivo do Messias.
A fé judaica é o rizoma da nossa fé. A Sagrada Escritura dos judeus, que designamos por Antigo Testamento, é a primeira parte da nossa Sagrada Escritura.
A antropologia judaico-cristã, cuja ética é cunhada pelos Dez Mandamentos, constitui o fundamento das democracias ocidentais. É vergonhoso que, ao longo dos séculos, tivesse havido cristãos que não admitiram a sua estreita afinidade com o Judaísmo e, inclusivamente com motivações pseudoteológicas, atiçaram um ódio aos judeus suficientemente mortal. Por ocasião do Ano Santo de 2000, o Papa João Paulo II pediu expressamente perdão por essas situações.
O Concílio Vaticano II deixa claro que aos judeus, enquanto povo, não deve ser atribuída uma culpa coletiva na morte de Cristo na cruz. [135]
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domingo, 25 de setembro de 2011
#Domingo
Os cristãos trocam a celebração do sábado pela celebração do DOMINGO porque Jesus Cristo ressuscitou dos mortos num DOMINGO. O “dia do Senhor” assume, porém, alguns elementos do Sábado.
Um cristão católico participa na Santa Missa ao DOMINGO ou na sua véspera. Nesse dia ele deixa de lado todos os trabalhos que o impedem de adorar a Deus e de viver esses dias nas suas dimensões de festa, alegria, descanso e restabelecimento.
Sendo o DOMINGO uma festa pascal de frequência semanal, os cristãos desde os primeiros tempos, juntam-se nesse dia para celebrarem seu Redentor, agradecer-lhe e reunir-se com Ele e com os outros redimidos. Portanto, é de interesse central para cada cristão católico “santificar” o DOMINGO e outras festas de guarda. Deste preceito estão livres os que têm deveres familiares urgentes ou tarefas sociais importantes. Porque a participação na Eucaristia dominical é fundamental para a vida cristã, a Igreja considera expressamente um pecado grave afastar-se da Missa dominical sem necessidade. [364 e 365]
sábado, 24 de setembro de 2011
#Eucaristia
Sempre que a Igreja cumpre o mandamento “Fazei isto em memória de Mim” (1Cor 11, 25), partindo o pão e oferecendo o cálice, sucede hoje o mesmo que então sucedera: Cristo entrega-se por nós verdadeiramente passamos a fazer parte d’Ele verdadeiramente.
Sempre que a Igreja celebra a Eucaristia, ela encontra-se diante da fonte de que brota renovadamente: na medida que a Igreja “come” o corpo de Cristo, torna-se “Corpo de Cristo”, que se ofereceu a nós em Corpo e Alma. [216 e 217]
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
#Promoção #JovensSantos
Parece estar fora de moda ser #santo. Todo mundo quer ser descolado, diferente, online, ligado etc., mas poucos querem ser santos. A santidade exige, eis o problema.
No momento não falaremos de problemas, os deixemos, em um primeiro momento, de lado.
Talvez surja a pergunta: Existe algo de bom em ser santo? #YOUCAT responde: Sim. O sentido da nossa vida está em unirmo-nos a Deus em amor, em corresponder aos sonhos de Deus. (342)
Deus vem ao nosso encontro muitas vezes ao dia, e em cada vez, chama-nos a vivermos a #Santidade. Deus sonha com a nossa #Santidade.
Descobrir a #Santidade é desvendar uma Nova Vida. Vida que desde sempre a tivemos, mas que permaneceu enquanto pecávamos escondida.
Sê você ainda não descobriu, talvez esse seja um bom momento. Deixar a vida velha e encontrar Aquele que pode lhe dar uma Nova Vida.
Não perca tempo!
#PROMOÇÃO:
Escreva uma frase sobre "Juventude e Santidade", como comentário desta matéria.
Escreva uma frase sobre "Juventude e Santidade", como comentário desta matéria.
1. O máximo é de duas frases por pessoa.
2. Escreva com a frase, seu nome e e-mail.
3. A promoção vai até dia 30 de setembro.
4. No dia 2 de outubro será anunciado o resultado.
5. Será escolhida a frase mais criativa.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
#Jogos
As apostas e os jogos de sorte são imorais e perigosos quando o jogador prejudica seu sustento. Pior ainda é quando ele põe em risco os fundamentos econômicos dos outros, nomeadamente dos que lhes estão confiados.
Em termos morais, é altamente problemático arriscar grandes somas de dinheiro em jogos de sorte, quando a outros falta o mais básico para viver. As apostas e os jogos de sorte podem, além disso, criar vício e escravizar o ser humano. [434]
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
#Anjos
Os ANJOS são criaturas de Deus, puramente espirituais, que têm inteligência e vontade. Não são corporais nem mortais e normalmente são visíveis. Vivem constantemente na presença de Deus e transmitem aos seres humanos a vontade de Deus e a sua proteção.
Um ANJO, escrevia o cardeal Joseph Ratzinger, “é, por assim dizer, o pensamento pessoal com que Deus Se dedica a mim”. Ao mesmo tempo, os ANJOS dedicam-se totalmente ao seu Criador. Eles ardem de amor por Ele e servem-n’O dia e noite. Nunca cessa o seu canto de louvor. Na Sagrada Escritura, designam-se por “diabos” ou “demônios” os ANJOS que renegaram a Deus.
Podemos invocar a ajuda dos ANJOS e pedir-lhes intercessão junto a Deus. Cada pessoa recebe de Deus um ANJO da guarda. É bom e conveniente rezar ao ANJO da guarda, em beneficio seu ou dos outros. Os ANJOS, por iniciativa própria, também se podem fazer perceptíveis na vida de um cristão, como, por exemplo, quando são portadores de uma mensagem ou se fazem bons companheiros. A fé não tem nada a ver com os anjos esotéricos. [54]
terça-feira, 20 de setembro de 2011
#Exorcismo
Em cada celebração batismal é realizado o chamado “pequeno EXORCISMO”, uma oração em que o batizando é libertado do mal e fortalecido contra as forças que Jesus venceu. O grande exorcismo é uma oração da plenipotência de Jesus, através da qual um cristão batizado é retirado, na força de Jesus, da influencia e da violência do mal; só raramente, e após um exame rigoroso, é utilizado na Igreja.
O que é apresentado como “EXORCISMO” nos filmes de Hollywood não corresponde geralmente à Verdade de Jesus e da Igreja. Jesus expulsou demônios, pois tinha poder sobre as forças e os poderes maus, e podia libertar as pessoas deles; Ele deu aos Apóstolos “poder de expulsar espíritos impuros e de curar todas as doenças e sofrimentos” (Mt 10,1). Isto é o que faz a Igreja, quando hoje em dia um Sacerdote encarregado diz sobre uma pessoa a oração de EXORCISMO; antes, porém, deve excluir-se que se trata de um fenômeno psíquico. No EXORCISMO esta em questão a defesa contra a tentação e a opressão, e a libertação do poder do mal.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
#Liturgia
Nas tradições cristãs, a LITURGIA significa que o Povo de Deus participa na “ação de Deus”. O cerne das celebrações litúrgicas é a Santa Eucaristia; a ela estão ordenadas as restantes, como a celebração dos outros sacramentos, a Liturgia das Horas, as devoções, as bênçãos e as procissões.
A liturgia é o culto oficial da Igreja. Quando celebramos a liturgia introduzimo-nos no amor de Deus, curados e transformados. “A liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e fonte de onde promana toda sua força.” (CONCÍLIO VATICANO II, Sacrosanctum Concilium, nº 10)
O povo de Israel interrompia o trabalho para louva a Deus “sete vezes ao dia”(Sl 119, 164). Jesus participou da liturgia e na oração do Seu Povo; ensinou os discípulos a rezar e reuniu-os na sala da Última Ceia, para com eles celebrar a Liturgia das liturgias: a entrega de Si mesmo na refeição. A Igreja, que convoca à Liturgia, segue o seu convite: “Fazei isto em memória de Mim!” (1Cor 11, 24).
Tal como uma pessoa precisa de respirar para viver, também a Igreja respira e vive quando celebra a Liturgia. É o próprio Deus que, dia após dia, lhe insufla vida nova e a presenteia com a Sua Palavra e os Seus Sacramentos. Pode ainda utilizar-se a seguinte metáfora: cada celebração litúrgica é como um ponto de encontro de amor que Deus escreve na nossa agenda; quem alguma vez já sentiu o amor de Deus comparece com todo prazer; e quem comparece, mesmo sem sentir nada durante algum tempo, revela a Deus sua fidelidade.
domingo, 18 de setembro de 2011
#Adulterio
O adultério consiste em duas pessoas se tornarem íntimas, sendo pelo menos uma delas casada com outra. O adultério é a traição fundamental no amor, a ruptura de uma aliança feita diante de Deus e uma injustiça para com o próximo. O próprio Jesus determinou expressamente a indissolubilidade do matrimônio: “O que Deus uniu, o homem não deve separar.”(Mc 10, 9) Invocando a vontade original do Criador, Jesus abolia, assim, o divórcio tolerado do Antigo Testamento.
A promessa encorajadora desta mensagem de Jesus é: “Vós tendes, como filhos do Pai celeste, a capacidade para um amor para toda a vida!” No entanto, não é coisa simples manter-se uma vida inteira fiel ao seu parceiro. As pessoas não devem ser julgadas pelo matrimônio que fracassou. Porém, têm séria culpa os cristãos que recorrem pusilanimemente ao divórcio; eles pecam contra o amor de Deus, que Se torna visível no matrimônio, contra o cônjuge e contra os filhos abandonados. Um cônjuge fiel pode, contudo, retirar-se de uma relação matrimonial insuportável; em caso de necessidade, o divórcio civil pode também ser indispensável. Em casos justificados a Igreja pode rever a validade do matrimônio num processo de declaração de nulidade matrimonial. [424]
sábado, 17 de setembro de 2011
#Doutrina Social
Trata-se da doutrina da Igreja sobre a ordem da convivência social e a obtenção da justiça individual e social. Os seus quatro princípios centrais são a personalidade, o bem comum, a solidariedade e a subsidiariedade.
A Igreja Católica possui uma DOUTRINA SOCIAL própria porque todas as pessoas possuem, como filhas de Deus, uma dignidade única. A Igreja empenha-se com sua Doutrina Social para que esta dignidade humana também se realize, no âmbito social, em todas as pessoas. Ela não quer tutelar a política ou a economia; mas quando, na política e na economia, a dignidade humana é ferida, a Igreja tem de se intrometer.
Com sua DOUTRINA SOCIAL, a Igreja respondia, no século XIX, às questões laborais. Embora a industrialização tivesse levado a um incremento do bem-estar, eram sobretudo senhores das fábricas que com isso beneficiavam, enquanto caíram na miséria muitas pessoas, como os trabalhadores quase sem direitos. Desta experiência, o comunismo tirava a conclusão de que existe uma reconciliável oposição entre o trabalho e o capital, que tinha de ser resolvida através de uma luta de classes. A Igreja, pelo contrário, empenhava-se por um equilíbrio justo entre trabalhadores e senhores das fábricas.
Na DOUTRINA SOCIAL a Igreja questiona: Como podemos assumir a responsabilidade pelo bem-estar e pela convivência justa com todos, mesmo os que não são cristãos? Como devem ser formadas as instituições políticas, econômicas e sociais? No seu empenho pela justiça, a Igreja é guiada por um amor que se orienta pelo amor de Cristo à humanidade. [438, 439]
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
#Sofrimento
Deus não quer que o ser humano sofra nem morra.
A ideia original de Deus para o ser humano era o Paraíso: vida eterna e paz entre Deus, o ser humano e o seu ambiente, entre homem e mulher.
Por vezes, sentimos o modo como a vida deveria ser, como nós deveríamos ser; mas, de fato, vivemos em guerra conosco próprios, somos determinados pela angustia e por paixões descontroladas, e perdemos a harmonia original com o mundo e, por fim, com Deus.
Na Sagrada Escritura, a experiência dessa alienação é expressa na história da “queda original”. Porque o pecado se introduziu furtivamente, Adão e Eva tiveram de abandonar o Paraíso, no qual estavam em harmonia consigo e com Deus. A fadiga laboral, o SOFRIMENTO, a mortalidade e a inclinação para o pecado são indícios da perda do Paraíso. [66]
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
#Maria
Deus quis que Jesus Cristo tivesse uma verdadeira mãe humana, reservando a Si próprio a paternidade do Seu Filho, pois desejava estabelecer um novo início que não se devesse às forças humanas, mas só a Ele.
A virgindade de MARIA não é uma noção retirada da mitologia, mas está basicamente ligada à vida de Jesus. Ele nasceu de uma mulher, mas não teve nenhum pai biológico. A Igreja sempre acreditou que a virgindade de MARIA se tratava de uma virgindade real, e não meramente simbólica. Sendo virgem, MARIA não teve nenhum outro filho biológico além de Jesus.
Já na Igreja antiga se partia do principio de que a virgindade de maria era perene, o que excluía a ideia de que Jesus tivesse irmãos biológicos. Em aramaico, a língua-mãe de Jesus, só existe uma palavra para “irmão” e “irmã”, “primo” e “prima”. Onde, nos Evangelhos, se fala “irmãos” de Jesus, refere-se a parentes próximos a Ele. [80, 81, 82 e 85]
MARIA é mãe de Deus e nossa mãe! Quem chama mãe de Deus a MARIA confessa que seu filho é Deus; e é nossa mãe porque seu Filho, Cristo Jesus, no-la deu.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
#Recado @RevolucaoJesus
É isso ai! Nós da #Equipe do @CatecismoJovem, felizes que hoje o programa @revolucaojesus será sobre o @CatecismoJovem, queremos mandar um recado para o @adriano_rvj e toda a juventude que quer revolucionar o mundo anunciando Jesus Cristo, até pelas redes sociais.
Aqui estávamos nos preparando para gravação....
E assiste aí a nossa mensagem...
Temos um encontro marcado:
Hoje (quarta-feira), ás 23h na Canção Nova
Programa Revolução Jesus
Sobre o @CatecismoJovem
#Cruz
A CRUZ na qual Jesus, inocente, foi cruelmente executado é o lugar do mais extremo rebaixamento e abandono. Cristo, o nosso Redentor, escolheu a CRUZ para carregar a culpa do mundo e suportar o sofrimento do mundo. Assim, pelo Seu perfeito amor, Ele reconduziu o mundo à casa de Deus.
Deus não podia ter demonstrado o Seu amor de forma mais eficaz que Se deixar pregar na CRUZ na pessoa de Seu Filho. A CRUZ era a forma de execução mais vergonhosa e severa da Antiguidade. Deus entrou no mais abissal da humanidade.
Os Cristãos não devem procurar o sofrimento. Se, porém, são confrontados com um sofrimento inevitável, ele pode ganhar um sentido para eles, caso unam o seu sofrimento ao de Cristo. “Cristo sofreu também por vós, deixando-vos exemplo, para que sigais Seus passos.” (1Pd 2, 21).
Os Cristãos têm a missão de mitigar o sofrimento no mundo. Porém, ele continuará a existir. Na fé, podemos assumir o nosso sofrimento e partilhar o do próximo. Desta forma, o sofrimento humano unir-se-á com o amor redentor de Cristo, transformando-se, assim, em parte da força divina que tornará o mundo melhor.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
#Perdão
O PERDÃO misericordioso que damos aos outros é inseparável daquele que nós procuramos. Se não formos misericordiosos e não nos perdoarmos reciprocamente, a misericórdia de Deus não chegará ao nosso coração.
Muitas pessoas lutam uma vida inteira com o fato de não conseguirem perdoar. O profundo bloqueio da intransigência só se resolve na perspectiva de Deus, que nos acolheu “sendo nós ainda mais pecadores”(Rm 5, 8).
PERDÃO e vida reconciliada são possíveis porque temos um Pai bom. [524]
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
#Bíblia 1
Por “BIBLIA” designam os judeus e os cristãos uma coleção de escritos sagrados que surgiram num período de mais de 1000 anos e constituem o documento de sua fé. A BÍBLIA cristã é substancialmente mais abrangente que a judaica, pois, além dos escritos desta, contém ainda outros livros do Antigo Testamento, quatro Evangelhos, as Cartas de São Paulo e outros escritos da Igreja primitiva.
A Igreja Busca sua vida e força na Sagrada Escritura, como quem busca água num poço. “Os livros da Sagrada Escritura ensinam com certeza, fielmente e sem erro a verdade de Deus, porque são inspirados, ou seja, foram escritos por inspiração do Espirito Santo e têm Deus por autor”. (CONCÍLIO VATICANO II, Dei Verbum, n.º 11)
A Bíblia não caiu do céu. Antes, “para escrever os livros sagrados, Deus escolheu e serviu-Se de pessoas na posse de suas faculdades e capacidades, para que, agindo Ele neles e por eles, pusessem por escrito, como verdadeiros autores, tudo aquilo e só aquilo que Ele queria” (CONCÍLIO VATICANO II, Dei Verbum, n.º 11). Para que determinados textos fossem reconhecidos como Escritura Sagrada, tiveram de ser aceitas pela Igreja universal. Teve de existir, portanto, um consenso nas comunidades: “Sim, é o próprio Deus que fala por esse texto, isto é mesmo inspirado pelo Espírito Santo!” Desde o século IV, estes escritos protocristãos estão fixados no Cânone das Sagradas Escrituras, tal como foram realmente inspirados pelo Espírito Santo. [14 e 19]
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
#Santidade
Todos devem ser santos. O sentido da nossa vida está em unirmo-nos a Deus em amor, em corresponder aos sonhos de Deus. Devemos permitir a “Deus viver a sua vida em nós” (Madre Tereza). Isto significa ser “santo”.
Qualquer pessoa pergunta: Quem sou eu? E para o que estou aqui, como me realizo?
A fé responde: Só na SANTIDADE o ser humano se torna aquilo para que Deus o criou. Só na santidade o ser humano chega à verdadeira harmonia consigo mesmo e com o Criador. A SANTIDADE não é, todavia, uma perfeição de “fabrico caseiro”; ela atinge-se por união com o amor encarnado, que é Cristo. Quem, deste modo, atinge uma vida nova, torna-se e descobre-se santo.
“A SANTIDADE não é o luxo de umas e poucas pessoas, mas um simples dever para ti e para mim” (Beata Madre Tereza). [342]
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
#Desemprego
O trabalho é uma tarefa confiada por Deus ao ser humano. Nós devemos, num esforço comum, guardar e continuar Sua obra criadora: “O Senhor Deus tomou o ser humano e colocou-o no jardim do Éden, para cultivar a guardar.”(Gn 2, 15) Para a maioria das pessoas, o trabalho é a base da sua vida. O desemprego é uma grande desgraça e deve ser resolutamente combatida.
Enquanto muitos desejariam trabalhar mas não encontram emprego, existem pessoas tão viciadas no trabalho que, de tanto fazer, não têm tempo para Deus e para os outros. O trabalho não é um fim em si mesmo, mas deve servir a realização de uma sociedade humana digna.
A Doutrina Social da Igreja empenha-se, portanto, por uma ordem econômica em que todas as pessoas interajam ativamente e possam participar na criação do bem estar. Ela luta por salários justos, que possibilitem a todos uma existência humana digna, e exorta os ricos às virtudes da moderação e da partilha solidária. [444]
terça-feira, 6 de setembro de 2011
#Batismo
“Pelo BATISMO fomos sepultados com Ele na morte, para que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos por meio da glória do Pai, assim também possamos caminhar numa vida nova” (Rm 6, 4).
Para todos o que acolheram o Evangelho e ouviram que Cristo é “o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6), o BATISMO é o único caminho para Deus e para a salvação. É verdade que Cristo morreu por toda a humanidade. Portanto, também encontram a salvação as pessoas que, embora não tenham tido oportunidade de conhecer Cristo e a fé, procuram Deus de coração sincero e orientam uma vida segundo a sua consciência – trata-se do batismo de desejo.
Para todos o que acolheram o Evangelho e ouviram que Cristo é “o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6), o BATISMO é o único caminho para Deus e para a salvação. É verdade que Cristo morreu por toda a humanidade. Portanto, também encontram a salvação as pessoas que, embora não tenham tido oportunidade de conhecer Cristo e a fé, procuram Deus de coração sincero e orientam uma vida segundo a sua consciência – trata-se do batismo de desejo.
No BATISMO tornamo-nos membros do “corpo de Cristo”, irmãs e irmãos do nosso redentor e filhos de Deus. Somos libertados do pecado e arrebatados da morte e destinados a uma vida na alegria dos redimidos.
Ser batizado significa: a minha história de vida pessoal mergulha na corrente do amor de Deus. A “nossa vida”, diz o Papa Bento XVI, “pertence a cristo, não a nós mesmos [...] Acompanhados por Ele, aliás, acolhidos por Ele no Seu amor, libertamo-nos do medo. Ele envolve-nos e leva-nos aonde quer que formos – Ele é a própria Vida.”. [199-200]
Ser batizado significa: a minha história de vida pessoal mergulha na corrente do amor de Deus. A “nossa vida”, diz o Papa Bento XVI, “pertence a cristo, não a nós mesmos [...] Acompanhados por Ele, aliás, acolhidos por Ele no Seu amor, libertamo-nos do medo. Ele envolve-nos e leva-nos aonde quer que formos – Ele é a própria Vida.”. [199-200]
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
#Religiosos
Deus é amor. Ele também deseja o nosso amor. Uma forma de entrega amorosa a Deus é viver como Jesus, ou seja, pobre, celibatário e obediente. Quem assim vive tem cabeça, coração e mãos livres para Deus e para a humanidade.
Surgem continuamente indivíduos, homens e mulheres, que se deixam conquistar verdadeira e totalmente por Jesus, a ponto de, “por causa d Reino dos Céus”(Mt 19, 12) entregam tudo a Deus mesmo coisas boas, como as suas riquezas, a autodeterminação e o amor conjugal.
Esta exigência segundo os Conselhos Evangélicos em pobreza, castidade celibatária e obediência, mostra a todos que o mundo não é tudo. No fundo, só o encontro “face a face” com o esposo divino fará a humanidade feliz.
Existem várias congregações e institutos religiosos no mundo que contribuem no serviço à Igreja com seus diversos carismas. Rezemos pela abundância de vocações religiosas na messe do Senhor.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
#Matrimônio
O #matrimônio é indissolúvel por três razões. Primeiro porque corresponde à essência do amor entregar-se mutuamente sem reservas. Depois, porque ele é imagem incondicional da fidelidade de Deus à sua Criação. Finalmente, porque ele representa a entrega de Cristo à Sua Igreja até a morte de cruz.O amor aperfeiçoa-se na fidelidade. Num tempo em que, em muitos lugares, são dissolvidos 50% dos casamentos, o casamento se mantém e, em ultima instância, um grande sinal de Deus. Nesse mundo em que tanta coisa é relativa, as pessoas precisam de crer em Deus, o único que é absoluto.
A fidelidade absoluta no matrimônio, mais do que ser um testemunho do esforço humano, remete para a fidelidade de Deus, que esta sempre presente, mesmo quando nós, na questão da fidelidade, O traímos e esquecemos. Casar-se pela Igreja significa confiar mais na ajuda de Deus que nas próprias reservas do amor.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
#Individualismo
O cristão nunca deve ser individualista, porque o ser humano por natureza está orientado para a comunhão. E, por isso, o maior dom que o ser humano pode ter debaixo do céu é poder viver bem com aqueles com quem está.
Cada pessoa tem um pai e uma mãe; recebe ajuda dos outros, está comprometida a ajudar outros a desenvolver os seus talentos para proveito dos outros. Porque o ser humano é “imagem” de Deus, é em certo sentido o reflexo de Deus, que, na sua profundidade, não é solitário, mas trino (e com isso, Vida, amor, diálogo e partilha). É fundamentalmente pelo amor, o Mandamento central de todos os cristãos, que nos pertencemos e nos relacionamos uns com os outros: “Ama o teu próximo como a ti mesmo!” (Mt 22, 39).
terça-feira, 9 de agosto de 2011
#Eucaristia
A sagrada Eucaristia é o sacramento em que Jesus entrega seu corpo e seu sangue - Ele próprio - por nós, para que também nos entreguemos a Ele em amor e nos unamos a Ele na sagrada Comunhão. A Eucaristia e o misterioso centro de todos os sacramentos, pois a imolação histórica de Jesus na cruz torna-se presente durante a consagração do pão e do vinho.A Eucaristia é, portanto, "fonte e centro de toda a vida cristã"(Concílio vaticano II, Lumen Gentium, nº11) Tudo aponta para ela; aliás não há nada maior que se possa alcançar. Quando comemos o pão partido, unimo-nos ao amor de Jesus, que no madeiro da cruz nos ofereceu o Seu corpo; quando bebemos do cálice, unimo-nos Àquele que até derramou sangue durante sua oferta por nós.
Não inventamos este rito; foi o próprio Jesus que celebrou com seus discípulos a Última Ceia e antecipou sua morte; Ele ofereceu-Se aos Seus discípulos sob os sinais do pão e do vinho e exortou-os a celebrarem a Eucaristia a partir da Sua morte:"Fazei isto em memória de mim!"(1Cor 11, 24) [208]
#Prudência
Tornamo-nos prudentes quando aprendemos a distinguir o essencial do secundário, a definir metas acertadas e a escolher os melhores meios para as atingir. A virtude da prudência dirige todas as outras virtudes, uma vez que esta é a capacidade de conhecer o que está correto. Só quando uma pessoa é prudente, consegue empregar a justiça, a fortaleza, enfim, fazer o bem. [301]
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
#Pornografia
Peca gravemente quem faz mau uso do amor, arrancando a sexualidade humana, de um amor vivido por duas pessoas e convertendo-a em mercadoria comprável. Quem fabrica, consome ou compra produtos pornográficos fere a dignidade humana e alicia os outros ao mal. A pornografia é uma variante da prostituição, pois também aí, o ser humano é tentado a dar “amor”, por dinheiro. [412]sábado, 6 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
#Celibato
Jesus viveu celibatariamente e quis exprimir assim Seu amor indiviso por Deus Pai. O convite da Igreja aos bispos e presbíteros de viver o celibato é assumir o estilo de vida de Jesus, vivendo uma castidade “por causa do Reino dos Céus”. Tornou-se desde o tempo de Jesus, um sinal de amor, de indivisa entrega ao Senhor e de total disponibilidade para o serviço. [258]
#Drogas
O prazer das drogas é um pecado, porque se trata de um ato que implica a autodestruição e constitui portanto, um atentado contra a vida que Deus nos concedeu por amor. Qualquer dependência de drogas é uma troca da liberdade pela escravidão. É uma virtude saber lidar com as fontes de prazer de uma forma razoável, consciente e moderada. [389]
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domingo, 31 de julho de 2011
#Mentira
Ser verdadeiro significa agir seriamente e falar honestamente. Quem é verdadeiro protege-se da ambiguidade, do fingimento, da ilusão e da dissimulação. A pior forma de mentira é o juramento falso.
Um grande mal consiste em caluniar as outras pessoas ou difundir o que foi ouvido: A diz “confidencialmente” a B o nocivo que C disse sobre D. [455]
Qualquer falta contra a verdade exige uma reparação, mesmo que tenha sido perdoada. Quando uma pessoa não pode reparar publicamente uma mentira ou falso testemunho, deve fazer o que puder, mesmo que discretamente. [456]
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
#Oração
Estamos em oração quando o nosso coração se dirige a deus. Quando uma pessoa ora, entra numa relação viva com Deus. A oração é a porta para a fé. Quem ora deixa de viver de si, para si e a partir da própria força. Ele sabe que há um Deus com quem ele pode falar. [469] Esquecemos Deus frequentemente, afastamo-nos e escondemo-nos d’Ele. [470]
Por isso, a necessidade dos cristão orarem diariamente. [469 Orar possibilita a resistência contra as tentações. Orar fortalece na fraqueza. Orar tira a angústia, duplica as forças, permite uma respiração mais profunda. Orar torna-nos mais felizes. [470]
Fonte: YouCat, nas perguntas de número 469 e 470
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
#Masturbação
A masturbação vai contra o amor, porque a estimulação do prazer encontra fim em si mesmo e desvia a pessoa do desenvolvimento integral do amor entre homem e mulher. A entrega do corpo à outra pessoa representa a total auto-entrega a essa pessoa e, por isso, “sexo consigo mesmo” é, em si mesmo, uma contradição. [409]
Fonte: YouCat, na pergunta de número 409.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
#Camisinha
Além de não oferecer proteção total contra a AIDS e outras infecções, a Igreja é absolutamente contra o uso da camisinha e acredita que o que realmente protege as pessoas de DSTs é uma nova cultura de relações humanas e a alteração da consciência social, voltada à fidelidade e vivencia integral do amor, respeitando a dignidade da pessoa humana e a igual dignidade do homem e da mulher no relacionamento. [414]
Fonte: YouCat, na pergunta de número 414.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
#Sexualidade
Deus criou o ser humano como homem e mulher. Ele concebeu-os com desejos eróticos e com capacidade de ter prazer. [400] Quando alguém ama uma coisa a sério, tem tanta vontade dessa coisa que sai de si para se entregar a ela. Esse amor humano é a imagem do amor divino. [402]
Por que a Igreja é contra as relações sexuais antes do casamento? Para proteger o amor. Uma pessoa não pode doar nada maior a outra do que a si mesma. Porque o amor é tão grande, tão santo e tão único, a Igreja pede insistentemente aos jovens que esperem pelo casamento para assumirem o relacionamento sexual. [407]
Fonte: YouCat, nas perguntas de número 400, 402 e 407.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
#Esoterismo
O esoterismo não é compatível com a fé cristã, já que passa ao lado da realidade de Deus. Ele é um ser pessoal, é o amor e a origem da vida, não uma energia cósmica fria. O esoterismo acredita que o ser humano pode se redimir por si mesmo, os cristãos crêem que só Jesus Cristo e a graça de Deus os salvam. Também, os cristãos acreditam que nem a natureza nem o cosmos são Deus. [356]
Hoje, muitas pessoas participam de cursos de meditação e ioga por motivos de saúde, mas nem sempre estas técnicas são inofensivas. Muitas veses são usadas como veículo para doutrinas estranhas ao Cristianismo: o esoterismo.
Fonte: YouCat, na pergunta de número 356
O esoterismo não é compatível com a fé cristã, já que passa ao lado da realidade de Deus. Ele é um ser pessoal, é o amor e a origem da vida, não uma energia cósmica fria. O esoterismo acredita que o ser humano pode se redimir por si mesmo, os cristãos crêem que só Jesus Cristo e a graça de Deus os salvam. Também, os cristãos acreditam que nem a natureza nem o cosmos são Deus. [356]Hoje, muitas pessoas participam de cursos de meditação e ioga por motivos de saúde, mas nem sempre estas técnicas são inofensivas. Muitas veses são usadas como veículo para doutrinas estranhas ao Cristianismo: o esoterismo.
Fonte: YouCat, na pergunta de número 356
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terça-feira, 26 de julho de 2011
#Pecado

O Sacramento da Penitência também é conhecido como Reconciliação, Perdão, Conversão e Confissão. [225] A Igreja pode perdoar os pecados, já que o próprio Jesus perdoou pecados e também deu à Igreja o missão de poder libertar as pessoas de seus pecados. É através do serviço do sacerdote que é concedido o perdão, quando a culpa é perfeitamente apagada, como se nunca tivesse existido. [150]
Fonte: YouCat, nas perguntas de número 150 e 225.














































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