Refletindo sobre nossa vocação: Ser catequista, nos avanços e recuos...
"...OU educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para seu seguimento, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora". (DA-287)
NOSSA MISSÃO EVANGELIZADORA... Quando deparamos com um parágrafo desses, automaticamente ou conscientemente, nos avaliamos como Catequista, como pessoa, nos questionamos se fomos devidamente iniciados na fé, como estamos reafirmando diariamente nosso SIM, cumprindo com nossa missão evangelizadora, enfim, se somos de fato, catequistas vocacionados.
Tais questionamentos acontecem com mais freqüência, quando passamos por tribulações, quando somos provados. Também nós, vivemos períodos de afastamento, de brigas com Deus. Demonstramos por vezes, ter uma fé infantil. Escondemo-nos, assim como faz a ostra, que se esconde, ofuscando o brilho da pérola.
Quantas vezes em nosso ministério, animamos outras pessoas, quando na verdade quem precisa ser animado, ouvido, afagado, somos nós.
Agora, o bom mesmo, é saber que não temos a obrigação de sermos fortes, inabaláveis o tempo todo, que exatamente nos momentos de crise, é que mais sentimos a presença de Cristo, confirmando nosso chamado, nossa vocação.
Concluímos então que, nenhum catequista nasce pronto, vamos ao longo da caminhada amadurecendo na fé, aparando as arestas, permitindo ser lapidado, formado, quer dizer, tomando a forma que Deus quer. Ao respondermos SIM, precisamos deixar Deus ser Deus na nossa vida, sendo instrumentos, afinados quando preciso.
Por incrível que pareça, os maiores chamados, nos são confiados em tempos assim, de crises. Diante da confiança depositada em nós, buscamos forças, levantamos a cabeça, prosseguimos.
A verdade é que, quem nos chamou, conhece nossa essência, mesmo em nossas fragilidades, confia em nós, nos anima, encoraja, empurra pra frente, como que dizendo: “Vai, eu preciso de ti, estou contigo!” Enfim, não desiste de seus escolhidos. É assim nosso chamado, cheio de avanços e recuos.
Peçamos ao Senhor da messe nesse mês vocacional, que nos confirme, nos capacite para que possamos formar nossos catequizandos de maneira que se tornem cristãos maduros, adultos na fé, convictos, críticos.
Á você catequista que me lê, guarde essas palavras proferidas pelo bem aventurado Alberione: “DOU-LHES A MINHA LUZ E ME SERVIREI DE VOCÊS PARA ILUMINAR.
... ME SERVIREI, nos usa, para fazer chegar sua mensagem aos corações...
Um feliz AGOSTO pra você, que seja um mês A GOSTO de Deus!!
Imaculada Cintra
Catequista em constante estado de feitura...
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